AS GARRAS DO ÓDIO

13/04/2012 05:40

 

O Momento de Luz deste dia relata uma experiência que retrata a problemática do ódio e como ele pode interferir nas nossas estruturas energéticas, de forma a atingir o físico.

Importante observarmos que o nosso equilíbrio, através do contato com a nossa espiritualidade, com mensagens edificantes, através do estudo diário, nos permite a condição de sermos donos dos nossos sentimentos, do nosso Ser.

Que tenhamos a capacidade de gerar o perdão necessário para os desprendimentos dos erros do passado.

Um dia de muita luz para todos.  

 

 

AS GARRAS DO ÓDIO

 

Nesta noite de reunião mediúnica, foi-nos apresentada uma senhora que necessitava de um passe. Levamo-la para uma sala apropriada e dois trabalhadores se dispuseram a ministrar-lhe a bioenergia de que necessitava para o suspiro de sua psicosfera.

O trabalho foi efetuado com emoção e candura. Percebia-se, em sua coluna vertebral, uma constrição dos músculos dessa região de forma anômala. Sua tensão mental e muscular denotava sofrimento sem causa aparente.

Terminamos o passe. As couraças foram afrouxadas, pois fora tomada de choro convulsivo e respiração profunda, que ajudara na sua descarga fluídica e propiciara a transmutação energética, trazendo momentos de calma.

Ao começar a reunião mediúnica, foi pedido a uma das médiuns que atuara no passe, para se concentrar na criatura em questão, para que pudéssemos verificar e, se possível, acolher qualquer entidade que fosse o potencial agressor, atraído por simbiose energética.

Aos poucos, foi se configurando, no rosto da médium, uma reação odiosa e agressiva. Suas mãos, em forma de garra, aranhavam de cima para baixo, como tigre raivoso em árvore invisível, afiando suas garras.

Dementado em seu propósito, não ouvia qualquer diálogo, só repetia que faria ela sangrar até que se esvaíssem suas energias. Suas falas eram acompanhadas do gesto de arrastamento na coluna cervical, imantado que estava a esse local da vitima.

Há de se compreender que, nesse local do corpo, é por onde boa parte dos agressores absorvem as energias do encarnado, acoplados pelo perispírito às vértebras ou fazendo incisões ate a medula óssea, para retirar, através de sondas espirituais o néctar energético do encarnado.  

No caso deste amigo, não queria absorver, mas destruir, sangrar incontidamente para que fosse destruído por inanição. Não havia qualquer sutileza, como é comum neste tipo de obsessão. A raiva desvairada não permitia a paciência de submeter pela persistência.

Fomos ministrando energias que acalmassem o sofrido amigo, com palavras e eflúvios dignificantes. Conseguimos que entrasse na letargia do sono, embora não convencido, pudemos dar um descanso a ele e sua vítima.

Esperamos que, em outra oportunidade, possamos dialogar com mais clareza e ele possa se reconduzir ao equilíbrio.   

 

ACA

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