TERRITÓRIO UMBRALINO

13/08/2011 17:24

Acompanhe, no Momento de Luz deste dia, um relato de um atendimento a um território umbralino. É impressionante o que podemos construir em nossas mentes, e como elas podem nos prender.

A caridade consiste, simplesmente, em tentar mostrar novos caminhos, novas possibilidades, não nos esquecendo, que é sempre a luz que realiza tão grandioso trabalho, somos, apenas, instrumentos.

Um dia repleto de luz para todos.

 

 

 

 

TERRITÓRIO UMBRALINO

 

 

 

Trabalhando os agressores da casa espírita, apresentou-se uma entidade cheia de agressão e desdém. Falava-nos do cinismo, de como éramos de duas caras, de como não tínhamos competência nem grandeza para nos considerarmos trabalhadores, que não tínhamos coragem para segui-lo a seus domínios, pois só fazíamos fingir que éramos poderosos.

Nas entrelinhas de suas palavras havia agressão, mas creio que também havia esperança, era como um desafio a que conseguíssemos ajudá-lo, parecia que queria render-se sem parecer que era fraco, pois pontuava seu poder com um que de duvida implícita.

 Respondemos que em parte tinha ração, éramos criaturas também em busca de resgate, nos primeiros passos do aprendizado, para sairmos do casulo da ignorância, que nosso poder era o de querer mudar o rumo de nossa existência, mas que pertencia a Jesus a possibilidade da orientação de seus trabalhadores, para sermos conduzidos pelos caminhos do bem, no resgate sublime de nossas imperfeições.

Éramos insistentemente desafiados, parecia que queria mostrar-nos o local onde reinava. Desafiamo-lo também a, antes, vir ao reino da luz, a conhecer o bem estar das energias crísticas. Para tanto, teria que desnudar-se de seu ódio, abrir os olhos da consciência, aplacar um pouco seu preconceito. Ao mesmo tempo, dávamos um banho de energia que o foi libertando de sua prisão interior. Foi-se acalmando com as palavras mansas e as energias do ambiente e aí, estabelecida a mansidão, elevamos uma prece ao Cristo, viajamos através de campos magnéticos estendidos por trabalhadores desencarnados, levamos luz, água e socorro a todo o território sofrido.

Era um subterrâneo pútrido de miasmas densos, onde celas de ferro enferrujado prendiam espíritos degradados, física e mentalmente. Eram prisioneiros da criatura, que parecia não ter mais interesse em manter os cativos, o que fez nos procurar, em desespero intimo.

Todo o ambiente foi limpo e os espíritos prisioneiros foram resgatados. Parecia que lhe havíamos tira todo o peso do mundo de suas costas. Mesmo assim, e como reminiscência de seu desfio ainda murmurava: foram as luzes que conseguiram e não vocês, são muito fracos!!!!!! Dormiu e foi carregado pelos socorristas a serviço do cristo.

 

 

ACA

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