TRABALHANDO NO PARQUE ACONCAGUA

05/04/2012 10:23

 

O Momento de Luz de hoje relata um atendimento a um grupo de espíritos presos a experiências traumáticas sofridas.

É uma iluminação e uma experiência gratificante aprendermos com a evolução do outro, com o desapegar de determinada experiência. Percebemos que o que vale é o aprendizado, as sensações são apenas instrumentos para o nosso aprendizado.

Para tanto, a história nos ensina que devemos afrouxar os preconceitos, permitindo que a confiança no diferente renasça em nós.

Uma ótima história para todos e um dia muita luz.

 

TRABALHANDO NO PARQUE ACONCAGUA

 

Na volta das férias, uma querida colega, que viajara para a argentina, visitando o parque Aconcágua, visualizou um grupo de trabalhadores (espíritos) que lhe contara a história de seus trabalhos nessas paragens.

Sabedora das necessidades que eles tinham de socorrer almas abandonadas, mentalizamos o local, levando o socorro de que necessitavam.

 

O primeiro espírito que se comunicou tinha desencarnado por congelamento, tremia de frio e sentia sede e fome. O abraçamos com energias, que se transformavam em cobertores. Servimos água e comida (fluídica). Já parcialmente recuperado, foi levado, pelos socorristas, paro o hospital espiritual, anexo ao centro espirita.

O segundo comunicante tinha a cabeça cortada e por isso não conseguia se comunicar. Apontava para o pescoço. Percebemos o de que se tratava, fomos colocando energia no local e mostrando-lhe que sua cabeça estava colocada, que era efeito psicológico do seu trauma de quando lhe ceifaram a vida, com este ato.

Aos poucos, foi se comunicando e compreendeu que, se falava comigo, era porque tinha a cabeça, portanto, já calmo, foi conduzido também para o hospital.

O terceiro comunicante era, por seus gestos e aparência, um pajé, que sacudia seus bagalandans e ritualizava preces ao estilo indígena. Falava que viera buscar seu povo, que não confiava nos brancos, que foram eles que fizeram estas atrocidades.

Via-se vasto grupo de índios sem cabeça, num pequeno Valle. Suplicamos ao alto para que nos auxiliasse, fizemos um caminho de energia até o local e vasto grupo de socorristas, com macas, recolhia estas criaturas de Deus, por tantos anos imantadas ao sofrimento de estarem degoladas.

Muitos recuperaram sua consciência, a outros ainda não lhes era possível mostrar-lhe sua condição de espírito, recuperado da sua forma física, mas todos foram recolhidos pelos enfermeiros do Cristo.

O Pagé pedia seu povo de volta, queria levá-los para sua aldeia, inconsciente também da mudança para o estado de desencarnado. Pedimos que nos deixasse, primeiro, ajudá-los a se recuperarem, mas sua desconfiança era insuperável.

Diante do impasse, pedimos que um amigo trabalhador (espírito), que era índio, se apresentasse, para que pudesse mostrar que ali não havia perigo, que éramos criaturas a serviço de Jesus, mesmo assim achava que se estava com brancos, indicando que o nosso amigo também era um escravo ou traidor.

Depois de muita conversa, de esclarecimentos, percebeu que seu colega índio não parecia escravo, que seu amor e dignidade não lhe davam aparência de traidor, portanto, decidiu que poderíamos cuidar de seu grupo e dele.

Não havia maldade nem ódio neste amigo, apenas a desconfiança de quem viveu uma história de brutalidade. Sentia-se responsável por seu grupo e agia em proteção deles.

 Graças ao divino mestre, pôde se superar este fato e o amor triunfou como sempre, com a ajuda Divina.

ACA

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