A CONFUSÃO É UM ESTADO DE MUDANÇA
Mais uma vez, o Momento de Luz traz Osho para o nosso dia.
No texto de hoje o inspirado autor recebeu a indagação de uma pessoa que achava que penso claramente, mas no fundo descobriu que apenas via confusão.
Uma pessoa que às vezes pensava que sabia, mas descobre que nada sabia, apenas achava que sabia.
Pois bem, algo muito familiar para nós, que é elucidado com extrema leveza.

A CONFUSÃO É UM ESTADO DE MUDANÇA
Por Osho
Disseram a Osho:
"Osho, eu acho que penso claramente, mas no fundo eu apenas vejo confusão. Às vezes eu penso que sei, mas descubro que nada sei. Eu apenas achava que sabia."
Aprenda a viver com a confusão.
Não tenha pressa para concluir.
A confusão não é necessariamente algo errado.
Não a rotule como sendo confusão.
Rotular é errado.
Algumas vezes um rótulo errado pode criar muitos problemas.
Isso não é realmente confusão: é um estado de transição, de mudança.
Você se desenraizou do velho solo e está procurando pelo novo, e entre os dois, isso acontece.
Isso não é confusão, isso é apenas um hesitante estado de crescimento.
Isso é crescimento e sempre que existe crescimento costuma-se rotular como confusão. Mas ao rotular como confusão, você está interpretando errado e começará a tentar resolver de algum jeito.
Se você chamar isso de crescimento, então não haverá pressa em resolver.
Na verdade, você terá que dar suporte a isso, pois é crescimento. Se chamar de confusão, você estará condenando e terá que encontrar uma maneira de sair disso.
Não há necessidade de sair disso; aprenda a viver com isso.
Aprenda a viver com todos os tipos de estados que estarão surgindo.
E se algumas vezes for confusão, o que há de errado na confusão?
Nos ensinaram erradamente que devemos ser absolutamente claros.
Somente os tolos conseguem ser absolutamente claros, somente os
tolos estão certos.
A confusão é natural: ela é o caos criativo dentro de você.
É somente a partir desse caos que a criatividade começa.
Chame isso de caos criativo, não chame de confusão.
Autor: Osho
Fonte: Osho, em "The Sacred Yes"
