NOVAMENTE O AMOR.

28/10/2011 06:54

O Momento de Luz, mais uma vez, fala de amor, uma verdade que está sempre nos esperando.

“Enquanto a verdade nos espera, nos reforçamos diariamente com a mentira que depositamos em nós e que nos fazem desacreditar do amor de Deus. Mentira que se instala e acaba por corroer nossa vontade maior de buscar a felicidade, a evolução, o crescimento pessoal, espiritual, profissional e qualquer outro ao qual nos dispusemos a alcançar nesta vida”.

Devemos acreditar na verdade da vida eterna, não permitindo que o imediatismo transforme a nossa fé num pequeno instrumento que, atrofiado, não cumpre sua verdadeira capacidade.

“Paremos para refletir sobre nossas vidas, sobre que valor estamos dando a este presente divino que nos foi ofertado com tanto amor e zelo. “

Paremos a nossa mente ocupada para sermos capazes de amar.

Um dia de muito amor para todos.

 

NOVAMENTE O AMOR.

 

 

Sempre o amor!

 

Já nos revelado como combustível da vida, como o encontro profundo e verdadeiro entre nós mesmos e o outro, como o caminho que nos leva a felicidade.

 

Por que os amigos espirituais o reforçam semanalmente nos convidando a vivenciá-lo?

 

Será que já não o conhecemos? Já não sabemos como experienciá-lo?

 

Nos dias atuais parece estar presente a todo o momento. Falamos dele repetidamente: nas propagandas de carro e cerveja, nos romances sofridos e dolorosos das novelas...

 

Para muitos, hoje, um sentimento banalizado, dito de qualquer jeito, sem verdade, sem sentimento.

 

Mas não é o amor um sentimento? Será que o conhecemos de verdade?

 

Quanto medo em senti-lo e expressa-lo. Medo que ele não seja compreendido, que não seja aceito. Perguntamo-nos: Onde colocarei todo esse amor?

 

Os pais se sentem feridos quando os filhos escolhem viver a própria vida. Os questionam se não os amam mais?

 

O mesmo acontece com os casais. Basta receber um não para pensar que o amor se foi.

 

Será que este sentimento tão valioso é tão frágil ao ponto de sucumbir ao primeiro obstáculo?

 

Outro dia, um espirito disse que o amor que nós conhecemos é frágil. Que se destrói facilmente com uma simples centelha de mal entendido, transformando-se em ódio, em sofrimento. Isso porque guardamos dentro de nós o medo, a culpa, o egoísmo. Ele ria da nossa fragilidade, acreditando na nossa incapacidade de amar até ser desarmado pelas lembranças da médium que o acolhia. Na lembrança de um simples olhar, identificou o nobre sentimento, se deixando levar pela atmosfera amorosa que envolvia o ambiente, permitindo-se assim ser cuidado.

 

Na mesma noite, um espirito amigo nos disse através da mesma médium, que o amor nunca é jogado fora. Quando o amor não é retribuído é porque precisa ficar com o destinatário, pois tinha, naquele momento, uma função de transformação. Por tanto, não foi rejeitado e sim absorvido.

 

Acredito que os amigos mais experientes querem nos incentivar a amar. Apresentar-nos um amor maior que os limites que conhecemos. A fim de perdermos o medo de se entregar a este sentimento tão valioso que se amplia cada vez que sai de nós e que encontra o outro. Um sentimento que não se acaba, que tem a capacidade de se multiplicar a cada doação e possui o poder de transformar-nos, de transformar as nossas vidas.

 

Não esqueçamos que possuímos uma fonte renovável de amor, presenteada por Deus, contida dentro de nós.

 

Compartilho com vocês outra mensagem que nos convida a amar.

Muito amor!

Andréa

 

Tratamos o outro com descuido, indiferença, desamor. Precisamos lembrar que o outro é igual a nós. Que sente, como nós sentimos, e precisam do que nós precisamos: afeto, atenção, carinho.

 

Porque não enxergamos no outro as necessidades básicas que encontramos em nós? Simplesmente porque, na maioria das vezes, nem conhecemos nossas próprias necessidades. Deturpamos nossos sentimentos não conseguindo, assim, identificar sua verdadeira essência e causa.

 

Só o amor, este desprendimento de nós mesmos, é capaz de nos fazer sentir e enxergar quem somos de verdade e do que precisamos para viver feliz.

 

Na busca cega do que não temos certeza nos engendramos por longos e cansativos caminhos que nos levarão a dor, ao sofrimento e ao desespero.

 

Cansados e desanimados nos revoltamos, fugimos, nos entregamos a dor e fazemos da vida uma lamentação dos nossos insucessos. Enquanto a verdade nos espera, nos reforçamos diariamente com a mentira que depositamos em nós e que nos fazem desacreditar do amor de Deus. Mentira que se instala e acaba por corroer nossa vontade maior de buscar a felicidade, a evolução, o crescimento pessoal, espiritual, profissional e qualquer outro ao qual nos dispusemos a alcançar nesta vida.

 

Amargurados abandonamos o mais importante: a nós mesmos e a nossa capacidade de amar. Tornando-nos reféns da nossa incredulidade, da nossa falta de fé. Desconfiados, inseguros, primeiro nos abandonamos, e depois ao próximo, entregando-nos ao isolamento. Esquecemos que somos regidos pelo amor de Deus e o culpamos por nossas más escolhas.

 

Diante de tamanha angustia, nos sentimos derrotados e nos desmanchamos sem coragem de recomeçar.

 

Porém contamos com o amor infinito de Deus que nos socorre enviando ajuda. A todo o momento Ele se faz presente em nossa vida auxiliando-nos, fornecendo-nos luz para que ilumine os nossos caminhos e nos mantenha em uma reta segura que nos leve a Ele.

 

Porém cegos, nem sempre enxergamos e acabamos por nos desviar desta reta, causando sinuosidades que mais tarde nos trarão descontentamento.

 

Sua fé em nós é tão imensa que insiste em nos trazer de volta. Encaminha-nos instrumentos e o conhecimento para usá-los adequadamente. Nos cerca de bons amigos que nos influenciam no bem, que nos apoiam e nos erguem quando caímos. Mas cabe a nós escolhermos aceitar a ajuda, pois Ele respeita a nossa condição e o nosso momento, deixando-nos a escolha de reagir ou sucumbir.

 

Isso pode nos parecer incompreensível. Como pode um pai deixar seu filho doente a sua própria sorte? Não compreendemos esse amor intenso que ampara e acolhe, entendendo as dificuldades e acreditando que sucumbir, as vezes, é o remédio que o irá curar.  

 

O nosso imediatismo e esquecimento da vida futura que nos espera transforma a nossa fé num pequeno instrumento que atrofiado não cumpre sua verdadeira capacidade.

 

Paremos para refletir sobre nossas vidas, sobre que valor estamos dando a este presente divino que nos foi ofertado com tanto amor e zelo.

 

Entrelacemo-nos num grande abraço amoroso e, com carinho e cuidado, paremos para ouvir o que nos diz o nosso coração. Façamos o mesmo com os nossos pensamentos. E assim seremos capazes de nos enxergar. Identificar nossas reais necessidades, separar o que nos é verdadeiramente importante, fazer uso correto das nossas vidas.

 

Porém tenhamos calma, sejamos amorosos com nós mesmos, não procuremos a culpa, mas sim a responsabilização. E diante do que é preciso conserta. Consertaremos, acreditando que somos capazes de fazer diferentes.

 

Confiemos no amor de Deus que se faz presente e na força contida nele em nós, transformando-nos. Acreditemos em nós mesmos e nos entreguemos ao amor.

 

Não tenham dúvidas que conseguirão, pois são filhos de Deus e o futuro que os é esperado é ao seu lado. E todo filho reconhece o seu pai e sabe onde encontrá-lo.

 

Ficai com o amor de Deus e se fortaleçam Nele, entregando-se

 

Ficai em paz.

 

S.

18.10.11

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